A cuca é um bicho imaginário criado e usado para fazer medo às crianças choronas que não querem dormir.
La cuca es un monstre imaginari amb la funció de fer por als nens que no volen dormir
Vai-te, coca, sai daqui Vesten cuca, surt d´aquí Para cima do telhado Per sobre del terrat Deixa o menino Deixa al nen Dormir sossegado Dormir tranquil
Nana, neném Dorm nen Que a cuca vem pegar Que la cuca t´agafarà Papai tá na roça El para està al camp Mamãe foi cozinhar La mare està cuinant
Ela só aparece à noite, sempre procurando por aquelas crianças que fazem pirraça e não querem ir dormir cedo. Então, a cuca as coloca num saco, levando-as embora para não se sabe onde e faz com elas não se sabe bem o que, mas, com toda certeza, trata-se de algo muito terrível.
Ella nomès surt per la nit, sempre buscant els nens que fan el ronso i no volen anar a dormir d´hora. aleshores la cuca les coloca dins d´un sac, i se les emporta ningú sap a on ni que fa amb ells, però segurament res de bo.
A transformação em mula é o castigo recebido pela mulher que se entrega sexualmente a um padre. Nas noites de quinta para sexta-feira, ou de acordo com a lua, ou de sete em sete anos, ou na quaresma, enfim — os períodos variam de região para região — a concubina transforma-se e parte em galope desvairado, pisoteando tudo o que encontra pela frente.
La transformació amb una mula amb cap de foc es un càstig que rep la noia que te relacions sexuals amb un capellà.Segons la regió varia, potser les nits de dijous a divendres amb relació a la lluna o també de set amb set anys o per quaresma. En aquest període la noia pecadora es transforma i en total descontrol trepitja tot el que troba.
Quando retorna à casa, readquire a forma humana, porém está machucada, abatida, cheia de escoriações. Na próxima noite fatídica, tudo acontece novamente.
Quan torna a casa torna a l´aparença normal però malferida cansada i plena de blaus. la nit següent torna a començat tot de nou.
A mula-sem-cabeça, burrinha-de-padre ou burrinha é mito de origem ibérica e ocorre em toda a América.
La mula sense cap o burra de mossèn o burreta es un mite d´origuen a la península ibèrica
Es un Orixà o manifestació de deu pels africans. Es una deesa que es simbolisme de la maternitat i protector dels nens. Te un dia que els seus devots llençen coses al mar per agrair o per demanar. Es el dia 2 de febrer i es celebra sobretot a america del sud.Es simbolitza com una sirena i te diferent segon el pais Africa: Yemoja, Ymoja, Yemowo Brazil: Yemanjá, Iemanjá, Janaína Cuba: Yemaya, Yemayah, Iemanya Haiti: La Sirène, LaSiren (in Vodou) USA (New Orleans Voodoo): Yemalla, Yemana Uruguay: Imanja A Brasil es diu Janaína quan es refereix a la religió Candomblé
Tão diferentes estamos nós Tão desigual nosso viver Tu sorris e eu choro a sós Vivo a lembrar tu a esquecer És dia eu sou noite amargurada Tu tens cor eu tenho mágoa, O reverso sou de ti. Vazia minha alma está de pranto Já que tu não sabes quanto a diferença está aqui.
Refrão: Quem esqueceu de vez um grande amor Não chora dói mais a quem fica sem querer o adeus, E por isso mesmo estás feliz agora e choro eu, ai choro eu.
Tão diferentes estamos nós Tão desigual nosso existir Tu tens luz e eu sem sol, Vivo a esperar tu a partir.
Sou noite tu és dia colorido Eu sou choro tu sorriso, O reverso sou de ti, Estou longe de secar a minha ferida Se o porquê não vês ainda a diferença está aqui.
Lletra Meu senhor do bonfim Protege o meu namoradinho Ele é tão bonitinho e me trata com muito carinho Ele mora num apê sozinho E tem um carro japonês novinho Ai meu santo faz favor pra mim Se eu eu perder um bofe bom assim Eu nunca mais falo com você Eu tô cansada dessa vida de trabalho duro Lava prato, varre casa, olha o irmãozinho Eu quero um bofe com dinheiro E de coração puro Pra me tirar do alto do coqueirinho Top of the little coconut tree Coconut tree, coconut tree My lord of good end Protect my boyfriend He is so beautiful His pocket is always full Ai meu santo faz favor pra mim Se eu eu perder um bofe bom assim Eu nunca mais falo com você Top of the little coconut tree Coconut tree, coconut tree
Por entre ruas, entre carros e placas Luzes, cheiros e toques
Eu sou um poço de sensibilidade te buscando na cidade Eu sou um poço de sensibilidade
Entre veludos e cetins Fantasias e brinquedos Desejos e um certo medo Cheiros e toques
Eu sou um poço de sensibilidade Te buscando na cidade Eu sou um poço de sensibilidade
O seu sorriso no meu dia-a-dia A sua palavra em meu vocabulário Minha professora, eu aprendi tudo errado Te buscando na cidade Eu sou um poço de felicidade
Com seu nariz furando o vento Com um certo ar de autoridade Eu fico louco, louco de saudade Sou um cara afortunado perto de ti eu sou um poço de sensibilidade.
Linda! Só você me fascina Te desejo muito além do prazer Vista meu futuro em teu corpo E me ama como eu amo você...
Vem! Fazer diferente O que mais ninguém faz Faz parte de mim Me inventa outra vez Vem! Conquistar meu mundo Dividir o que é seu Mil beijos de amor Em muitos lençóis Só eu e você...
Linda! Conte a mim teu segredo Pro meu sonho Diga quem é você Livre! Nunca mais tenha medo Pois quem ama Tudo pode vencer...
Vem! Fazer diferente O que mais ninguém faz Faz parte de mim Me inventa outra vez... Vem! Conquistar meu mundo Dividir o que é seu Mil beijos de amor Em muitos lençóis Só eu e você...
Oh! Oh! Oh! Linda!
Vem! Fazer diferente O que mais ninguém faz Faz parte de mim Me inventa outra vez Vem! Conquistar meu mundo Dividir o que é seu Mil beijos de amor Em muitos lençóis Só eu e você...
Eh! Eh! Linda! Só você me fascina Te desejo muito além do prazer Oh! Oh! Oh! Vista! Meu futuro em teu corpo E me ama como eu amo você... Você Oh! Oh! Oh! Linda!
Magamalabares Acqua Marã Um barquinho oxaiê Quem esteve aqui Viu barquinho de gazeta Ancorar no mistério Notas musicais Dentre bolas de sabão que de nossas serenatas vieram Flores que ofertamos e que nunca morrerão em vasos e jarros se bronzeiam Os anjos de onde vem sua vida bem-vinda a trilha Os livros não são sinceros Quem tem Deus como império No mundo não está sozinho Ouvindo sininhos
Olhei até ficar cansado De ver os meus olhos no espelho Chorei por ter despedaçado As flores que estão no canteiro... Os punhos e os pulsos cortados E o resto do meu corpo inteiro Há flores cobrindo o telhado Embaixo do meu travesseiro... Há flores por todos os lados Há flores em tudo que eu vejo... A dor vai curar essas lástimas O soro tem gosto de lágrimas As flores têm cheiro de morte A dor vai fechar esses cortes.